domingo, 23 de fevereiro de 2014
terça-feira, 15 de junho de 2010
Torre Eiffel
Torre Eiffel chega aos 120 anos com a mesma beleza
Do alto da torre, é possível ver Paris, a cidade que não precisa de sol para ser bela.
A torre surgiu de sonhos de grandeza. A cidade sediou a exposição universal de 1889, para comemorar os 100 anos da Revolução Francesa. Além dos prédios da exposição, queria algo inesquecível, impressionante: uma torre de 300 metros.
Em um concurso, projetos neogóticos, faróis sem charme foram descartados. Venceu a proposta de um empreendedor que já fazia fama no mundo: Gustav Eiffel era a síntese do homem de seu tempo, como uma exposição comemorativa na prefeitura de Paris mostra bem. A construção em estrutura metálica era um grande avanço, tornado possível pela Revolução Industrial.
A torre era também um resumo da França colonialista, a França do progresso. Dois milhões de pessoas subiram a torre no primeiro ano. Alguns, já de elevador - pela primeira vez usado em uma estrutura tão grande. O sucesso fez de Eiffel uma estrela instantânea, que aparecia nos suvenires da feira.
As formas da torre eram imitadas em todo tipo de objeto, mas ela não era unânime. Liderados por Guy de Maupassant, intelectuais e artistas tentaram impedir a construção do que achavam um monstrengo.
Terminada a exposição, ela deveria ser desmontada. Mas Eiffel conseguiu perpetuar seu monumento convencendo militares da sua importância estratégica. Anos depois, conseguiu impedir que fosse desfigurada com projetos – esses sim – esdrúxulos para outra exposição, a de 1900.
Assim, a torre foi avançando as décadas. Um símbolo tão forte de Paris e da França, que foi nela que os nazistas marcaram sua ocupação. É perto dela que estouram os fogos do 14 de julho. É aos seus pés que a multidão espera o ano novo.
Mas, no centro da cidade-luz, com seu farol, no dia a dia, ela exibe uma elegância mais discreta. Uma luz quente, que ressalta as curvas e o sofisticado trabalho de metal. De hora em hora, na hora cheia, por 10 minutos, há a explosão de luzes para celebrar que uma nova hora se passou.
A instalação das luzes é outra história dos grandes desafios da Torre Eiffel. São 20 mil luzinhas espalhadas pela torre. Para instalar no alto, a prefeitura contratou alpinistas profissionais.
Hoje, a torre chega aos 324 metros graças às antenas de rádio e de TV no alto. Mas a sua grande utilidade ainda é provocar admiração.
A autoridade cambojana diz que vem a Paris e à torre pela terceira vez: “É ela quem importa aqui”.
A jovem americana, sem tirar os olhos da estrutura, confessa que encontrou uma torre muito mais cheia de detalhes na vida real do que podia imaginar nas fotos.
“É a cara de Paris. Maravilhosa. Me surpreendeu. A paisagem lá de cima é sensacional”, elogia a turista brasileira.
E da torre aberta em seus pés, se vê Paris, a cidade que não precisa de sol para ser bela.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
PROJETO HIDRÁULICO
sábado, 22 de maio de 2010
ALGEBRA LINEAR - BOLDRINI
Passadas as provas de Cálculo e Álgebra, começamos assunto novo com livro novo.. Entao vou por aqui o link pra Download, esse nao precisa se cadastrado no Ebah! pra baixar :)
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
Derivadas - Vídeo Aula
Achei na net um vídeo que explica derivadas muito bom, do professor Émerson Cruz. Quem não entendeu ainda daonde vem a dita derivada, ainda está em tempo pra prova de terça-feira! hehe
Bom FDS! E boa festa hojee pra quem vai!! haha =)
terça-feira, 11 de maio de 2010
Aeroporto Saint Martin

Saint Martin é uma ilha de cerca de 87 Km2 situada no arquipélago das Caraíbas. Apesar de ser pequena, encontra-se ainda dividida em duas partes pertencentes à França, a Norte, e à Holanda, a Sul. Por este motivo também é denominada Sint Maarten, em língua holandesa. Mas não são estas particularidades geográficas que tornam a ilha especial. O que a torna especial e famosa é o seu Aeroporto Internacional Princesa Juliana, conhecido como SXM, situado no lado holandês. Este aeroporto, que recebe aviões de grande porte, possui na cabeceira da pista... uma praia.
Uma aterragem neste aeroporto é um espectáculo inesquecível e aterrador, sobretudo se se estiver na praia. De um momento para o outro os banhistas são surpreendidos por um ruído ensurdecedor e por rajadas de vento que agitam as águas, ao mesmo tempo que uma silhueta colossal tapa completamente o sol e passa a rasar as suas cabeças a poucos metros do solo. Logo a seguir um enorme avião, como por exemplo um Boeing 747 Jumbo ou um Airbus A340-300, toca a pista. Quem estava prevenido pôde fazer um filme ou um fotografia espectacular. Em poucos segundos tudo estará terminado.

